Cuidadores no Brasil: novo estudo da HSR Health revela a realidade invisível de quem sustenta o cuidado
Quem cuida de quem cuida? Novo estudo da HSR Health ilumina o papel invisível dos cuidadores no Brasil
O cuidado em saúde no Brasil acontece, em grande parte, longe dos hospitais e consultórios. Ele se desenha dentro das casas, no cotidiano silencioso de milhões de pessoas que assumem a responsabilidade de cuidar de familiares, parceiros ou crianças em situação de fragilidade. São os cuidadores, protagonistas essenciais da jornada de saúde, mas ainda pouco reconhecidos pelo sistema, pelas políticas públicas e pelas estratégias de mercado.
É para lançar luz sobre essa realidade que a HSR Health apresenta o novo estudo “Cuidadores no Brasil”, uma investigação aprofundada sobre quem sustenta o cuidado no dia a dia e sobre os impactos emocionais, físicos, sociais e decisórios que esse papel carrega.
O estudo parte de uma premissa clara: entender cuidadores é entender como a saúde realmente funciona no país. Ao olhar para além do paciente e incorporar o cuidador como ator central da jornada, a pesquisa amplia a leitura sobre adesão a tratamentos, continuidade terapêutica, tomada de decisão e experiência em saúde.
Ao longo do estudo, a HSR Health percorre temas estruturantes da experiência do cuidador. A jornada do cuidado aparece como um processo que, na maioria das vezes, começa de forma inesperada, exigindo reorganização imediata da vida pessoal, profissional e emocional. O cuidador aprende fazendo, improvisa soluções, toma decisões críticas diariamente e sustenta, muitas vezes sozinho, a continuidade do tratamento.
Outro eixo central da investigação é o impacto do cuidado na vida de quem cuida. O estudo revela como a sobrecarga emocional, o cansaço físico, as pressões financeiras e o isolamento social se acumulam ao longo do tempo, transformando o cuidado em uma experiência intensa e, frequentemente, invisível. A identidade do cuidador se constrói nesse espaço de tensão constante entre responsabilidade, afeto e exaustão.
A pesquisa também explora as tarefas invisíveis do cuidado. Muito além de administrar medicamentos ou acompanhar consultas, o cuidador atua como gestor da jornada de saúde, intérprete de orientações médicas, apoio emocional permanente e mediador entre o paciente e o sistema. É um trabalho complexo, contínuo e pouco reconhecido, mas decisivo para a segurança e o sucesso do tratamento
Outro ponto de destaque é a relação entre cuidadores e o sistema de saúde. O estudo evidencia um desalinhamento estrutural: embora o sistema seja desenhado para o paciente, é o cuidador quem sustenta a operação no cotidiano. Falta linguagem acessível, orientação prática e reconhecimento formal desse papel, o que gera insegurança, desgaste e risco ao longo da jornada.
A partir dessa leitura, o estudo aponta implicações estratégicas relevantes para indústrias farmacêuticas, operadoras, empresas de dispositivos médicos, instituições e formuladores de políticas públicas. Incorporar o cuidador nas estratégias de comunicação, educação, desenvolvimento de produtos e serviços deixa de ser apenas uma abordagem humanizada e passa a ser uma decisão estratégica para melhorar adesão, reduzir erros e qualificar a experiência em saúde.
O estudo já está disponível e oferece uma leitura aprofundada sobre um dos temas mais críticos e menos explorados do ecossistema de saúde contemporâneo. Um convite para repensar o cuidado a partir de quem o sustenta todos os dias.
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